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Como ajudar um dependente químico na família que não quer ajuda

Em 19/06/2019 por Clínicas Reset Prime Reabilitação em Dependência Química Alcoolismo e Psiquiatria


Uma das principais características do dependente químico é a dificuldade de assumir seu vício e entender que este problema é uma doença que precisa ser tratada. Em alguns casos, a pessoa até tem consciência de que seus hábitos e comportamentos são prejudiciais, mas este indivíduo geralmente acredita que é plenamente capaz de simplesmente parar com o vício quando quiser.

Dicas para ajudar um dependente químico

O primeiro passo para ajudar um dependente químico na família é oferecer apoio e ajuda emocional, fazendo com que ele se conscientize sobre seu vício. Além disso, vale a pena se atentar às dicas a seguir:

Utilize palavras de incentivo

Por mais difícil que seja, é importante controlar o desapontamento e o nervosismo ao lidar com um familiar que é usuário de drogas. Sempre prefira palavras e atitudes de incentivo em vez de brigas. Controle seu comportamento e eduque a si mesmo para que a convivência não seja ainda mais desgastante.

Estabeleça limites

Um dependente químico perde parâmetros de convívio, e a rotina familiar pode acabar se tornando muito complicada. Saber o momento de se afastar ao perceber que a pessoa está sob os efeitos das drogas é uma boa escolha para manter seu próprio equilíbrio e mostrar para o familiar que seus atos sempre terão consequências.

Converse

Invista em abordagens que deixem claro que, caso o dependente queira se tratar, sempre haverá ajuda disponível.

Procure ajuda profissional

Procurar ajuda especializada e grupos de apoio é fundamental para buscar conselhos e encontrar maneiras inteligentes de lidar com o problema.

Demonstre confiança

Sentir confiança na família é muito importante para lutar contra o vício. Não julgar os comportamentos do dependente químico trará uma motivação maior para enfrentar o problema.

O que não fazer com um familiar dependente químico

  • Não encubra seus erros;
  • Não impeça que ele pague pelas consequências dos seus atos;
  • Não faça coisas que ele pode fazer por si próprio;
  • Não ajude financeiramente.

Como a Inteligência Emocional pode ajudar no tratamento de vícios

Pessoas que não trabalham suas emoções e não desenvolvem a Inteligência Emocional são levadas por impulsos e não conseguem perceber como aspectos como raiva, solidão, ansiedade e carência criam formas inconscientes de extravasar — e as drogas cumprem o papel de suprir necessidades emocionais.

Entender e aprender a lidar com as próprias emoções é fundamental para enfrentar o problema com a dependência química. Se você busca se aprofundar no conhecimento de suas emoções, desenvolva sua Inteligência Emocional com o Método LÓTUS, um treinamento que propõe o entendimento dos problemas que levaram ao desenvolvimento dos vícios e dos desequilíbrios emocionais.


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